De dia, missionário evangélico, pregando a famílias; de noite, traficante e ladrão

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Missionário-traficante Kleber Elias Pereira dos Santos tem até DVD contando a própria história


Um missionário de 29 anos, que se passava por pastor evangélico, foi preso por tráfico de drogas e furto na noite de terça-feira (12), na avenida Afonso Pena, em Campo Grande. Segundo o Batalhão de Choque da Polícia Militar (BPChoque), Kleber Elias Pereira dos Santos pregava para famílias e foi flagrado vendendo drogas, além de ser suspeito de furtos. Ele negou os crimes.

"Além dessa função de pastor, é comprovado que ele é traficante e também que participou desse furto [junto com outro homem preso]", afirmou o sargento Marcos Vinicius Jardim Pacheco, do Choque.

Segundo a polícia, o missionário vendia drogas na região do prédio onde funcionava a antiga rodoviária. O ponto é conhecido pela presença constante de usuários e traficantes a qualquer hora do dia.




Produtos furtados de salão de beleza foram encontrados na casa do pastor


O missionário foi encontrado depois que outro homem, suspeito de furto, disse que havia furtado um mercado, no dia 5 de janeiro, por dever dinheiro para o missionário. O usuário ainda disse que entregou produtos furtados para o pastor em troca de droga e apontou o local onde o traficante ficava.

Segundo informações do suspeito de furto, o traficante ficava na região da antiga rodoviária. No local apontado, o missionário foi localizado pelo Batalhão de Choque dentro de um carro com pedras e substâncias análogas à pasta base de cocaína, embaladas separadamente.

Na casa dele, foram encontrados produtos furtados de um salão de beleza, além de DVD com o nome a foto dele na capa. a polícia também apreendeu cocaína, celular e o carro que ele conduzia. Segundo a delegada Priscilla Anuda Quarti, o preso será encaminhado para audiência de custódia e depois para unidade prisional. Ele já tinha passagem policial por crime semelhante.

O carro e a droga foram encaminhados para a Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar). O caso foi registrado como tráfico de drogas na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Centro.



Fonte: G1


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