Governo do Estado e lideranças comunitárias vistoriam obras na Barragem do Bacanga

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O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra), vistoriou na última quarta-feira (13), as obras na Barragem do Bacanga, em São Luís. Os serviços estão sendo executados em três fases simultâneas para que sejam concluídas até maio.

Após o rompimento do cabo de aço que, sustentava a única comporta em funcionamento, fechando o canal da Barragem do Bacanga, as obras de recuperação foram iniciadas e permanecem em execução.

O secretário adjunto de Infraestrutura, Ednaldo Neves, disse que o problema da Barragem do Bacanga é a falta de manutenção durante décadas, o que culminou no rompimento da comporta. “Emergencialmente, fizemos a contenção para garantir a segurança das pessoas. Agora, estamos com a obra bem avançada”.

Ednaldo Neves informou que já foram recuperados seis stops-logs que são pequenas comportas que ajudam nessa manutenção e dão a garantia de oxigenação pelo volume da água. “Estamos com toda a estrutura de concreto em recuperação para reposicionar a comportar da barragem”, explicou Neves.
Fazem parte das três fases da obra, a recuperação e instalação de seis stops-logs (comportas de apoio para manter o nível do lago), essa fase está concluída e em funcionamento. A segunda fase é a recuperação das pontes nos dois sentidos, começando pelo sentido São Luís/Porto, onde foram feitos os andaimes suspensos com estrutura metálica para que sejam iniciados os serviços de recuperação estrutural. A última fase é a instalação do sistema da comporta que está sendo fabricada por uma indústria no estado de São Paulo. Depois que a comporta chegar, a instalação deve durar entre 20 a 30 dias.

Durante a obra os técnicos da Sinfra estão acompanhando o nível da água para manter a segurança dos moradores e a oxigenação da água. “Por determinação do governador Flávio Dino, estamos desde o início trabalhando em parceria com exército e Corpo de Bombeiros preocupados com a segurança da população para evitar impactos nas comunidades, inclusive o ambiental. Como temos a colônia de pescadores estamos fazendo de tudo para que não haja prejuízo. Fizemos uma contenção de pedras aqui e tivemos o cuidado de usar uma granulometria para que as pedras não fechem totalmente a passagem da água garantindo a oxigenação da água para a sobrevivência dos peixes”, informou Ednaldo Neves.

Os representantes da associação de moradores do Sá Viana ouviram atentamente as informações sobre o andamento da obra e perceberam o avanço na execução dos serviços. “No início foi ruim porque só tinha duas passagens de água funcionando, agora temos seis e a gente já percebe que a água não fica muito represada e os moradores conseguem continuar pescando, é um alívio”, disse o presidente da associação de moradores do Sá Viana, Alex Rodrigues.

O diretor da associação, Walter Soares, agradeceu o cuidado do governo com a comunidade. “Eu quero agradecer em nome da comunidade, porque temos visto o cuidado do governo para solucionar o problema que se arrastou por tantos anos”.

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